terça-feira, 3 de março de 2015

O tempo pergunta ao tempo...



Eu não pedia uma vida fácil, pedia apenas umas horas a mais em cada dia. Às vezes, davam jeito! 

17 comentários:

  1. Respostas
    1. r: olha, não o chamo, faço como os homens fazem quando vêem uma mulher passar na rua: pssst, ó boua?? Ahah ok, sem a parte do «ó boua» ;) faço só psst que tá bom ahah

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  2. Ui, se davam!
    Às vezes pergunto-me o que é ando a fazer de errado para parecer que nunca tenho tempo para nada. uff

    Beijinho do,
    Oito

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  3. Respostas
    1. r: Também espero que sim, obrigada Angel :)

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  4. 24 horas por dia e mais um a noite ehehe! Dava tanto jeito às vezes!

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  5. Se conseguires dias com mais 2/3 horas comunica que também quero :)

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  6. eu por acaso precisava de mais um bocadinho de energia ao fim do dia, ou uma necessidade menor de dormir :c

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  7. r: obrigada fofa, eu já a fiz e até acho que não está mal!

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  8. A primeira vez que o Samora Machel(*) foi aos Estados Unidos, rendido ao desenvolvimento do país que é o símbolo do capitalismo, perguntou ao político americano que conduzia a comitiva, como era possível um país atingir um tão alto grau de riqueza e bem estar?!
    O americano respondeu que era com muito trabalho, pois a América não parava, 24 horas por dia.
    Chegado à Moçambique paupérrima do início da década de 80, Samora convocou todos os ministros para uma reunião de emergência e argumentou:
    Camaradas ministros, cheguei agora dos EUA e fiquei incrédulo (ele sabia tanto o significado da palavra "incrédulo", como o Jorge Jesus sabe o que é um pleonasmo eheheh) com tanto desenvolvimento. Portanto, se a América cresceu assim trabalhando 24 horas por dia, de hoje em diante os moçambicanos vão passar a trabalhar 26 horas por dia.
    E responde um dos ministros:
    - Oh camarada presidente, mas um dia só tem 24 horas.
    - Não quero saber. Façam duas horas de serão. eheheheh

    Caso sejas demasiado jovem para saber estas coisas, Samora Machel foi uma figura caricata pela sua boçalidade, tanto como líder da FRELIMO durante a guerra colonial, como primeiro presidente de Moçambique, vindo a morrer num providencial "acidente" de aviação, que viria a abrir portas ao fim da guerra civil que marcou as duas primeiras décadas após a independência.

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  9. Era awesome se isso pudesse acontecer!

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  10. Muito obrigada pela opinião minha querida :)
    Li**

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  11. Completamente!
    R: Vou ver "Um Picasso" :)

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  12. Lá isso dava, não haja dívida! Assim dava para lavar mais um pratico, pelo menos =D
    R: Infelizmente nem todos temos uma família para nos apoiar, mas vamos fazendo a "nossa família" com aqueles que vamos encontrando pelo caminho ^^ Há sempre aqueles momentos que nos fazem fraquejar um pouco, mas há que olhar em frente!
    ****

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  13. Eu sou daquelas pessoas estupidamente felizes que está sempre agradecida pela vida que tem.

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